quinta-feira, setembro 21, 2006

Hoje resolvi deixar-vos aqui dois parágrafos, do livro q vinha a ler no comboio, que me tocaram particularmente. É triste pensar que qualquer coisa, por mais importante que seja, só ganha verdadeiro significado para nós, quando nos vemos privados dela.

“Atravessámos o primeiro cume na noite seguinte à nossa fuga. Chegamos ao topo, descansámos por um bocado e avistámos, 900 metros abaixo, as numerosas luzes que piscavam no campo de concentração. Às dez e um quarto apagaram-se simultaneamente e só os holofotes à volta do campo davam uma ideia da sua enorme extensão.
Foi a primeira vez na minha vida em que realmente compreendi o significado de ser livre. Apreciámos este glorioso sentimento e sentimo-nos solidários com os duzentos prisioneiros de guerra forçados a viver lá em baixo, atrás da parede de arame.”

Heinrich Harrer, in Sete Anos no Tibete.

domingo, setembro 03, 2006

Sponge Bob Square Pants em Portugal

Qual não foi a minha surpresa, quando no passado dia 2 de Setembro de 2006 encontrei o maior herói de todos no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa. Sim! Sponge Bob Square Pants estava lá! Como podem ver pela fotografia estava bem disposto e apresentava as suas clássicas calças "quadradas". Gostava de ter lá ido ao pé dele para lhe dar um abraço, mas o monte de fãs que o rodeavam, não me deixaram! Foi pena!
Deixo-vos um a letra da música e um video sobre o Sponge Bob... divirtam-se!

Captain: Are you ready kids
Kids: I I Captain.
Captain: I can't hear you.
Kids: I I Captain
Captain: OHHHHHHH Who lives in a pineapple under the sea?
Kids: SpongeBob SquarePants!
Captain: Absorbent and yellow and pourous is he!
Kids: SpongeBob SquarePants!
Captain: If nautical nonsense be something you wish!
Kids: SpongeBob SquarePants!
Captain: Then drop on the deck and flop like a fish!
Kids: SpongeBob SquarePants!
Captain: Ready?
Captain and Kids: SpongeBob SquarePants, SpongeBob SquarePants, SpongeBob SquarePants!Captain: SpongeBob SquarePaaaaannttss!!!
Captain: HA HA HA HA !!!!


terça-feira, agosto 22, 2006

No Rio (ria)


«The river to the ocean goes,
A fortune for the undertow.
None of this is going my way.
There is nothing left to throw
Of Ginger, lemon, indigo,
Coriander stem and rose of hay.
Strength and courage overrides
The privileged and weary eyes
River poet search naivete.
Pick up here and chase the ride.
The river empties to the tide.
All of this is coming your way. » (Excerto da música "Find the River" dos album "Automatic for the people" de R.E.M.)

Quando olhamos da direcção do passado à imagens que brilham mais que outras, que se multiplicam e ocupam os espaços das menos importantes, das mais desagradaveis. Imagens que foram de noite mas na nossa cabeça são claras como dia.
Assim deixo aqui um videoclip da mesma banda e do mesmo album acima referidos que são, para mim muito bonitos e muito mais...

terça-feira, agosto 15, 2006

Há muito



















Há muito que deixei aquela praia
De grandes areais e grandes vagas
Mas sou eu ainda quem na brisa respira
E é por mim que espera cintilando a maré vasa

de Sophia de Mello Breyner Andersen

segunda-feira, agosto 14, 2006

O prometido é devido


Ribulose-1,5-difosfato-carboxilase-oxigenase, mais vulgarmente conhecida por RuBisCo, é considerada por muitos como a mais importante proteína da Terra e também a mais abundante.
Esta molécula está presente em todos os organismos fotossintéticos, desde a mais simples e rudimentar bactéria fotossintética até à mais alta das árvores, passando pelas algas e por qualquer plantinha herbácea que pisamos indiferentemente, como a relva dum jardim. Representa normalmente mais de 50% da proteína das folhas das plantas superiores e, graças a ela, as plantas terrestres fixam cerca de 50000000000000 kg de carbono. Podemos dizer que por cada pessoa do nosso planeta existem cerca de 10 kg desta proteína nas plantas terrestres.
A RuBisCo é uma proteína bifuncional, ou seja, tal como o seu nome indica, ela catalisa duas reacções, a fixação de dióxido de carbono (CO2) e a fixação de oxigénio (O2). A fixação de CO2, ou a carboxilação, é vital para a fotossíntese e é inibida pela presença de O2, por outro lado, a fixação de O2 favorece a fotorrespiração e é inibida pela presença de CO2. Esta incompatibilidade das duas reacções resulta do facto de ambas ocorrerem no mesmo centro activo da proteína, pelo qual, tanto o CO2 como o O2 irão assim competir.Por tudo isto, poder-se-á afirmar que todos os organismos terrestres dependem directamente ou indirectamente da RuBisCo. Os seres autotróficos utilizam-na para produzir os compostos orgânicos energéticos que necessitam e os seres heterotróficos obtêm estes compostos produzidos pelos autotróficos.

domingo, agosto 13, 2006

Atlântico



















Mar
Metade da minha alma é feita de maresia

de Sophia de Mello Breyner Andresen

segunda-feira, julho 31, 2006

Mais uma música lamechas!

























"I Knew I Loved You" dos Savage Garden.

Maybe it's intuition
But some things you just don't question
Like in your eyes
I see my future in an instantand there it goes
I think I've found my best friend
I know that it might sound more than
a little crazy but I believe

I knew I loved you before I met you
I think I dreamed you into life
I knew I loved you before I met you
I have been waiting all my life

There's just no rhyme or reason
only this sense of completion
and in your eyes
I see the missing pieces
I'm searching for
I think I found my way home
I know that it might sound more than
a little crazy but I believe

I knew I loved you before I met you
I think I dreamed you into life
I knew I loved you before I met you
I have been waiting all my life

A thousand angels dance around you
I am complete now that I found you

I knew I loved you before I met you
I think I dreamed you into life
I knew I loved you before I met you
I have been waiting all my life

quinta-feira, julho 20, 2006

O meu Super-Homem













É um passaro?
É um avião?
Não, é o super-banhista!
Hehehehe!

quarta-feira, julho 12, 2006

Fugir ou não fugir. Eis a questão.

Hoje trago-vos uma música muito bonita, pelo menos na minha opinião e como este é o meu blog eu posso dar a minha opinião, aliás, é para isso que serve este blog, para eu dar a minha opinião, quem não concorda só tem é que comentar os posts, coisa que normalmente não acontece e, como tal, eu presumo que as pessoas que lêem o que escrevo, se é que há alguma, concordam. Boa? Fixe meu!
Voltando ao assunto do post: a música que vos trago hoje.
Chama-se Anywhere e é dos Evanescence.
Às vezes dá vontade de fazer o que diz a música, mas depois há mais qualquer coisa que corre bem, tipo passar a estatística com 10, e ficamos mais animaditos para continuar a apanhar o mesmo comboio, todos os dias.
Cá vai a musiquinha, quer dizer, a letra da musiquinha, se gostarem só têm é quem comprar o álbum, ou ir sacar a musica a um site qualquer, mas arriscam-se a ir presos, porque o download ilegal é crime! Hihihihi! Quer dizer, também podem fazer um download a pagar e assim já não são presos, mas eu acho mais giro pagar e ficar com o cd na estante, mas é só a minha opinião, e é para isso que este blog serve, para eu dar a minha opinião.
Acho que me estou a começar a repetir.
Bem, querem a letra da música ou não!? Ai!
Cá vai:

Dear my love, haven't you wanted to be with me
And dear my love, haven't you longed to be free
I can't keep pretending that I don't even know you
And at sweet night, you are my own
Take my hand

We're leaving here tonight
There's no need to tell anyone
They'd only HOLD us down
So by the morning's light
We'll be half way to anywhere
Where love is more than just your name

I have dreamt of a place for you and I
No one knows who we are there
All I want is to give my life only to you
I've dreamt so long I cannot dream anymore
Let's run away, I'll take you there

We're leaving here tonight
There's no need to tell anyone
They'd only hold us down
So by the morning's light
We'll be half way to anywhere
Where no one needs a reason

Forget this life
Come with me
Don't look back you're safe now
Unlock your heart
Drop your guard
No one's left to stop you
Forget this life
Come with me
Don't look back you're safe now
Unlock your heart
Drop your guard
No one's left to stop you now

We're leaving here tonight
There's no need to tell anyone
They'd only HOLD us down
So by the morning's light
We'll be half way to anywhere
Where love is more than just your name

quinta-feira, julho 06, 2006

Pensei em começar este post com uma citação, mas arrependi-me. Um dia Ambrose Bierce disse: «Citação: acto de repetir de maneira errada as palavras alheias» e é por esta citação que decidi não fazer uma citação. Consciente de que fiz o que disse que não queria fazer, egocentricamente crente de que criei um humilde paradoxo, prossigo.
Tudo isto para preparar quem quer que leia este post para um conjunto de citações e de uso de palavras e imagens dos outros.

Começo um Top 3, não são as minhas três músicas favoritas, mas poderão ser de alguém.

Top 3 das Músicas Sanecadas* (Clica no nome da música para ver a letra e no nome do autor para ver o video)

1º Accidentally In Love - Counting Crows

2º Upside Down - Jack Johnson

3º Fico Assim Sem Você - Adriana Calcanhoto

*Músicas Sanecadas: musicas respeitantes a uma Saneca.

Mas como este blog tem que viver para além das lamechices dos autores - sem querer entrar noutro paradoxo - deixo aqui o meu Top 3...

Top 3 dos meus videos favoritos (favoritos hoje, já que amanha provavelmente já não o serão - clica no nome da música para veres a letra).

1º All These Things I Hate (Revolve Around Me) - Bullet For My Valentine

Esta música está demais e o video é espetacular! Embora prefira outras música deles, como o «Tears don't fall» este video é, na minha opinião, o melhor deles.


2º Fuck Her Gently - Tenacious D


Este video, tal como a letra é tão cómico que não podia deixa-lo fora! Podia ter posto o video da música «Tribute», mas fica para a próxima - gosto mais deste.

3º The View From the Afternoon - Artic Monkeys



Este video, tal como a música estão muito fixes!


Pronto! Já está!

quarta-feira, julho 05, 2006

Uma música para ti

At My Most Beautiful, dos R.E.M.

I've found a way to make you
I've found a way
A way to make you smile

I read bad poetry
Into your machine
I save your messages
Just to hear your voice
You always listen carefully
To awkward rhymes
You always say your name,
Like I wouldn't know it's you,
At your most beautiful

At my most beautiful
I count your eyelashes, secretly
With every one, whisper I love you
I let you sleep
I know you're closed eye watching me,
Listening
I thought I saw a smile.

Principezinho

Este post é dedicado aos meus amigos, aqueles que estão presos a mim. Mas especialmente ao meu amigo António e à minha Maria, que infelizmente já não o poderão ler.

Este é o capitulo XXI d’ O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry.

Foi então que apareceu a raposa.
– Olá, bom dia! – disse a raposa.
– Olá, bom dia! – respondeu delicadamente o principezinho que se voltou mas não viu ninguém.
– Estou aqui – disse uma voz – debaixo da macieira.
– Quem és tu? – perguntou o principezinho. – És bem bonita…
– Sou uma raposa – disse a raposa.
– Anda brincar comigo – pediu o principezinho. – Estou tão triste…
– Não posso ir brincar contigo – disse a raposa. – Não estou presa…
– Ah! Então, desculpa! – disse o principezinho.
Mas pôs-se a pensar, a pensar, e acabou por perguntar:
– O que é que “estar preso” quer dizer?
– Vê-se logo que não és de cá – disse a raposa. – De que é que tu andas à procura?
– Ando à procura dos homens – disse o principezinho. – O que é que “estar preso” quer dizer?
– Os homens têm espingardas e passam o tempo a caçar – disse a raposa. – É uma grande maçada! E também fazem criação de galinhas! Aliás, na minha opinião, é a única coisa interessante que eles têm. Andas à procura de galinhas?
– Não – disse o principezinho. – Ando à procura de amigos. O que é que “estar preso” quer dizer?
– É uma coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. – Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.
– Laços?
– Sim, laços – disse a raposa. – Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo…
– Parece-me que estou a começar a perceber – disse o principezinho. – Sabes, há uma certa flor… Tenho a impressão que estou preso a ela…
– É bem possível – disse a raposa. – Vê-se cada coisa cá na Terra…
– Oh! Mas não é da Terra! – disse o principezinho.
A raposa pareceu ficar muito intrigada.
– Então, é noutro planeta?
– É.
– E nesse tal planeta há caçadores?
– Não.
– Começo a achar-lhe alguma graça… E galinhas?
– Não.
– Não há bela sem senão… – disse a raposa.
Mas a raposa voltou a insistir na sua ideia:
– Tenho uma vida tão terrivelmente monótona. Eu, caço galinhas e os homens, caçam-me a mim. As galinhas são todas iguais umas às outras e os homens são todos iguais uns aos outros. Por isso, às vezes, aborreço-me um bocado. Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de Sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Eu não como pão e, por isso, o trigo não me serve de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro! Como o trigo é dourado, há-se fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo…
A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho.
– Por favor… Prende-me a ti! – acabou finamente por dizer.
– Eu bem gostava – respondeu o principezinho – mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer…
– Só conhecemos as coisas que prendemos a nós – disse a raposa. – Os homens, agora já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!
– E o que é que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é fonte de mal-entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto…
O principezinho voltou no dia seguinte.
– Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto já hei-te estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas é que hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito… São precisos rituais.
– O que é um ritual? – perguntou o principezinho.
– Também é uma coisa de que toda a gente se esqueceu – respondeu a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias e uma hora, diferente das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, têm um ritual. À quinta-feira, vão ao baile com as raparigas da aldeia. Assim, a quinta-feira é um dia maravilhoso. Eu posso ir passear para as vinhas. Se os caçadores fossem ao baile num dia qualquer, os dias eram todos iguais uns aos outros e eu nunca tinha ferias.
Foi assim que o principezinho prendeu a si a raposa. E quando chegou a hora da despedida:
– Ai! – exclamou a raposa. – Ai que me vou pôr a chorar…
– A culpa é tua – disse o principezinho. – eu bem não queria que te acontecesse mal nenhum, mas tu quiseste que eu te prendesse a mim…
– Pois quis – disse a raposa.
– Mas agora vais-te pôr a chorar! – disse o principezinho.
– Pois vou – disse a raposa.
– Então não ganhaste nada com isso!
– Ai isso é que ganhei! – disse a raposa. – Por causa da cor do trigo…
Depois acrescentou:
– Anda, vai ver outra vez as rosas. Vais perceber que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.
O principezinho lá foi ver as rosas outras vez.
– Vocês são bonitas, mas vazias – ainda lhes disse o principezinho. – não se pode morrer por vocês. Claro que, para um transeunte qualquer, a minha rosa é perfeitamente igual a vocês. Mas, sozinha, vale mais do que vocês todas juntas, porque foi a ela que eu reguei. Porque foi a ela que eu pus debaixo de uma redoma. Porque foi a ela que eu abriguei com o biombo. Porque foi a ela que eu matei as lagartas (menos duas ou três, por causa das borboletas). Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e até, às vezes calar-se. Porque ela é a minha rosa.
E então voltou para o pé da raposa e disse:
– Adeus…
– Adeus – disse a raposa. – Vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê com o coração. O essencial é invisível para os olhos…
– O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
– Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Os homens já se esqueceram desta verdade – disse a raposa. – Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável pela tua rosa…
– Sou responsável pela mina rosa… - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.

terça-feira, julho 04, 2006

A contar...

Já se passou muito desde que escrevi aqui um post. Assim e dadas as circunstancias, nada mais apropriado que transcrever esta letra de um música - chama-se 'Counting the Days' e é dos Goldfinger.

So here I go and there you went...again
Just another stupid thing that I done wrong.
Locked up in my head, knocked down, beaten, left for dead
With all those brilliant things I should have said.
I gotta get away, and find something to do
cause everything I hear, everything I see, reminds me of you.
Still counting the days I've been without you 1, 2, 3, 4...
Still counting the days that youve been gone.
Day one, was no fun.
Day two, I hated you.
By day three I wish youd come right back to me.
Day four, five and six, well I guess you just dont give a shit.
Day seven, this is hell. this is hell.
I gotta get away, and find something to do.
But everything I hear, everything I see, reminds me of you.
Still counting the days Ive been without you 1, 2, 3, 4...
Still counting the days that youve been gone.
Still counting the days since you left me. 1,2,3,4...
Still counting the days since youve been gone.
A thousand things I wanna say to you, but its too late now.
A thousand things I wanna say...
A thousand things I wanna say to you, but its too late now.
A thousand things I wanna say...
Still counting the days I've been without you.
Still counting the days that you've been gone.
Still counting the days I've been without you 1, 2, 3, 4...
Still counting the days that you've been gone.
Still counting the days since you left me 1, 2, 3, 4...
Still counting the days that youve been gone.
Gone...
Gone...
Gone...
Gone...

sábado, julho 01, 2006

sexta-feira, junho 30, 2006

Nova receita: Ovos verdes.


Em resposta ás más-línguas, que vieram insinuar que a receita que vos deixei no meu último post não era uma verdadeira receita, por ser demasiado simples, aqui vai uma nova.
Ovos verdes, pode ser?
Vão precisar de dez ovos, uma lata de atum (prometo que a próxima receita não levará atum), uma cebola pequena, salsa (ok, se não houver salsa ponham coentros, é tudo a mesma coisa), pão ralado, farinha, sal e pimenta.
Agora peguem em oito ovos e cozam-nos. Para cozer os ovos é só pô-los dentro de água e esperar que ferva não sei quanto tempo. Também toda a gente sabe cozer ovos, não tem nada que saber! Ah! Podem pô-los todos dentro do microondas, assim só em cima do prato, e ligar o aparelho um minuto na potência máxima, vão ver que também ficam muito bons e tem muito mais piada.
Ok, os ovos já estão cozidos? Boa!
Cortem-nos ao meio, coloquem as claras num prato e as gemas numa tigela.
Agora, na tigela que tem as gemas cozidas, coloquem o atum, a cebola picada muito miudinha, a salsa também picadinha, o sal e a pimenta, a gosto.
Amassem tudo muito bem, com as mãos. Quando estiver assim tipo papa podem parar de amassar.
Peguem em bocadinhos dessa massa e coloquem dentro da clara cozida, no espaço da gema, façam alguma pressão contra a palma da mão para ficar bem seguro. Se sair um pouco do espaço da gema não faz mal, até calha bem, mas dividam bem a massa por todo os ovos.
De seguida, passem os ovos por farinha e depois pelas gemas dos dois ovos que sobraram, batidas e com salsa picada misturada.
Agora fritem-nos. Sim, como fazem com os douradinhos, só que estes não foram só tirar da caixa.
Já está! Podem servir com arroz branco ou com uma salada russa ou com outra coisa que prefiram.
Experimentem e depois comentem aqui no blog para eu saber o que é que acharam.
Papem tudo. :)
Nota: Os ovos da foto não estão lá muito verdes, porque me esqueci de juntar salsa picada as gemas batidas.

sábado, junho 24, 2006

Receita leve e fresquinha

Para descomprimir um bocadito do estudo da estatística resolvi vir escrever um post.
Ora aqui vai uma receita para estes dias mais quentes.
Experimentem e depois digam o que é que acharam, ok?

Então é assim, peguem numa cebola, um ou dois tomates, dependendo do tamanho, num pepino e em algumas folhas de alface. Piquem a cebola, o tomate e o pepino em cubinhos pequenitos e a alface em juliana fininha, coloquem tudo numa saladeira.
Abram duas latas de atum, escorram bem o óleo e desfaçam o atum com um garfo. Juntem aos restantes ingredientes na saladeira.
Temperem com sal, a gosto, pimenta, de preferência acabada de moer, orégãos, pouquinha mostarda (não abusem na mostarda porque tem um sabor muito forte e depois estraga tudo), sumo de um ou dois limões e azeite.
Mexam tudo muito bem e sirvam muito fresquinha. Se quiserem podem colocar alguns cubos de gelo ou então coloquem a salada no frigorífico uns 15 minutos, antes de servir.

Dica nº 1: Para conseguirem espremer os limões ao máximo usem a técnica do Fred. Rolem o limão entre as mãos ou em cima da mesa, aplicando alguma pressão, até ficar molinho.

Dica nº 2: Coloquem primeiro os temperos secos (sal, pimenta…) e a mostarda e só depois o sumo de limão e o azeite. Assim os temperos líquidos ajudam a arrastar os outros e a espalha-los melhor pelos vegetais. Se quiserem podem misturar a mostarda com o sumo de limão e com o azeite, numa tigela à parte.

Divirtam-se.

quarta-feira, junho 21, 2006

domingo, junho 18, 2006

Se tu viesses ver-me...

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Florbela Espanca

sexta-feira, junho 16, 2006

O nosso querido ISAmobil




















Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete
Viva a nossa camioneta
Sr. chauffeur por favor
Ponha o pé no acelerador
Se chocar não faz mal
Vamos todos para o hospital
Hospital de Santa Maria
É uma grande porcaria
Hospital de São José
Só cheira a xoléééééé!